amortangivel:

conseguimos fugir de muitas coisas, menos de nós mesmos

e quando a noite chega, o silêncio faz um barulho enorme.

A.M

locacosquilla:

Eu queria ser diferente, mas não sei ser outra coisa se não assim: entregue. Eu largo meus problemas pra ajudar os outros. Eu engulo minhas lágrimas pra secar as dos outros. Eu me calo pra não magoar. Eu concordo pra não brigar. E mesmo assim, eu sempre acabo magoada no final. Porque ninguém faz essas coisas por mim.

Ninguém.

(via ceudejupiter)

inconfuso:

“Quando você chega à emergência de um hospital, uma das primeiras coisas que eles pedem é que você dê uma nota para a sua dor numa escala de um a dez. Me lembro de uma vez, logo no inicio, em que eu não estava conseguindo respirar e parecia que meu peito estava pegando fogo, as chamas lambendo meu tórax por dentro, tentando encontrar um jeito de sair e queimar o lado de fora, e meus pais me levaram para a emergência. Uma enfermeira perguntou sobre a dor e eu não conseguia nem falar, então mostrei nove dedos. Depois, quando já tinham me dado alguma coisa, a enfermeira voltou e ficou meio que acariciando minha mão enquanto media minha pressão arterial, então disse: Sabe como sei que você é guerreira? Você chamou um dez de nove.”

A culpa é das estrelas.  

(via residos)

cartasparaseufuturo:

minha mente gritava e meu peito doía na mesma intensidade, chorei desacreditada num novo amanhã, como se eu fosse partir naquele momento, mas existiu um novo dia… e havia resquícios daquele sofrimento exalando pelos meus poros.

@cartasparaseufuturo

thimoteo:

Hoje me senti presente, depois de tanto tempo ausente de tudo. Eu estava lá, e te vi. Te olhei por minutos inteiros. Me entreguei ao mel dos teus olhos, enquanto ouvia atento o amargor do teu veneno.

Eu estava lá. Nós estávamos lá. O tempo voava mais uma vez.

espero que você nunca esqueça
que machucou a garota
que te olhava
com brilho nos olhos


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